FILMES NA INTERNET

Seguinte moçada uma das coisas mais interessantes de você ter uma internet Banda Larga é que conseguimos hoje um número incontável de coisas que antes só o dinheiro poderia comprar. Com a internet é possível baixar filmes e discos dos mais variados tipos e uma ferramenta muito importante para isso é o programa TORRENT.

Para as pessoas que usam WIndows, recomendo o Utorrent, um programa leve e muito fácil utilização e o melhor totalmente em português. Para baixar esse programa é só ir em alguma página de baixar programas utilitários para seu PC como o Baixaki ou superdownloads, e depois de baixar instalar....
Já para os revolucionários das garras do sistema capitalista como eu e usam o linux tem uma variedade de programas desses p baixar coisas em Torrent, muitos gostam do Vuze, eu já particularmente recomendo por ser totalmente em português o DELUGE BIT TORRENT CLIENT que é muito parecido com o UTorrent e fácil de usar.....

Após isso é só procurar pelos torrents na internet e mandar ver os filmes p sua casa.....Aprecie isso com moderação, baixar filmes para o uso pessoal e didático(no caso os professores) não é crime e portanto tenham ciência sobre isso.

Se alguém precisar de uma ajuda mais apurada entre em contato comigo pelo msn ou orkut blza

abraços e até mais ver........

CAFÉ HISTÓRIA, INSCREVA-SE JÁ!!!!


http://cafehistoria.ning.com/

INSCREVA-SE JÁ!!!!

Novo membro no Blog

olá sou Adriano Rossi e começo agora com vceis do Blog do CAHIS a compartilhar todo tipo de experiências, tipo: dicas, ferramnetas, artigos, coisas boas ou nem tão boas quanto ao ofício do historiador e também na melhor forma de contribuir para a formação e informação dos acadêmicos de nosso curso.
É no cotidiano que as coisas são construídas e com esse canal direto tentarei com um pouco de experiência auxiliá-los na tarefa historiográfica. Pretendo aqui ajudar as pessoas com dicas quentes para melhor desenvolvermos nossa tarefa laborativa.

como já dizíamos antigamente (em uma acalourada discussão onde diversos estudantes de áreas diferenciadas defendiam seu ponto de vista e criticavam o trabalho do historiador): " é.... nós historiadores sempre passamos pelas coisas para dar um parecer, espécie de investigador das coisas,tipo: crimes, guerras, poemas, músicas, brigas, documentos, matérias jornalísticas, futebol, filmes, em fim de um todo, cujo qual a sociedade tiver capacidade de produzir...."

NOTA DE REPÚDIO,

Enquanto historiadores e membros do movimento estudantil,
sempre repudiamos qualquer imagem que imortalize espectros da Ditadura Militar. Essa nota é um esclarecimento de uma perpetuação e uma compactuação com essas ações.

Por isso mesmo, a gestão anterior do Centro Acadêmico de História ''Sejamos Relalitas, desejemos o impossível'' repudia o antigo, polêmico e contraditório logo do CAHIS que representava um personagem de regimes arbitrários e autoritários.
Reconhecer um erro não é o mais fácil, mas é o mais necessário.

Nosso intuito, com isso, é alimentar a discussão já chamada pela NOVA GESTÃO DO CAHIS pela fundação do Diretório Acadêmico que procure encampar os dois cursos, gerando também uma imagem de reconhecimento por parte dos acadêmicos de História. Um logo se fez necessário e foi na ausência de discussão que um erro foi cometido.


Conste-se isso no movimento estudantil e na memória social.

Roberto Pocai.
Gestão CAHIS ''Sejemos Realistas, desejemos o impossível'' (2007/2008).


TROVA ESCABROSA

A trova escabrosa ela consiste em uma poesia feita com palavrões, algumas são muio e engraçadas como essa:

Trova de Banheiro

Neste lugar solitário
onde a vaidade se acaba
todo covarde faz força
todo valente se caga.

Achei um site apenas com esse tipo de trova esse aqui:

http://www.geocities.com/acadela/

PRA GELERA QUE CURTE UM REGGAE

Discolei um endereço de um blog que so tem albums antigos de reggae, e até mesmo alguns vindos do Maranhão, olhe pira desses cara

o endereço do blog ta ake:
http://www.youandmeonajamboree.blogspot.com/

VI CONGRESSO DOS ESTUDANTES

O DCE está chamando o VI Congresso dos Estudantes para os dias 11, 12 e 13 de novembro

Por que Participar?

O CONGRESSO de ESTUDANTES da UEPG é onde todos os estudantes podem participar da construção das diretrizes políticas, culturais , acadêmicas e organizacionais do Movimento Estudantil dessa universidade.

O CONGRESSO é o espaço de proposição e debate das nossas idéias sobre como conduzir do Diretório Central de Estudantes , de maneira que ele atenda da maneira mais satisfatória possível as necessidades dos estudantes da UEPG.

Desse modo, quanto maior e mais diversificada a participação dos estudantes no CONGRESSO, maior a diversidade de idéias e opiniões a serem propostas. Como já dito, o CONGRESSO é o principal espaço que os estudantes tem para definir a linha de atuação do DCE e o documento de referência dos estudantes no campus, bem como suas reivindicações.

Como participar

Todos os estudantes da UEPG podem e devem participar do CONGRESSO

Ata Padrão para o VI CONGRESSO DE ESTUDANTES

Você pode participar do CONGRESSO como ouvinte ou como delegado.

Como ouvinte, basta comparecer e participar das discussões, porém, somente os delegados têm direito a voto na plenária final. O DCE-UEPG tem por interesse e por necessidade que cada turma leve ao CONGRESSO pelo menos UM representante.

O que é ser delegado ao Congresso de Estudantes?


O delegado do Congresso de Estudantes da UEPG pode ser qualquer estudante regularmente matriculado na graduação e que se proponha a discutir e apresentar propostas junto com os demais estudantes de seu curso e se responsabiliza a comparecer no CONGRESSO para que se possa discutir a melhor forma de unificar o conjunto das propostas dos alunos da UEPG e pensar formas para que elas se concretizem da melhor forma. Esta tarefa pode ser dada aos delegados através de uma eleição.

A Eleição dos delegados


Os delegados podem se eleger através de dois tipos de processo eleitoral:

1) INDICADO : através de uma ASSEMBLÉIA DE CURSO organizada pelo Centro Acadêmico (no curso em que não houver C.A.s o DCE poderá realizar a assembléia) onde os alunos interessados em serem delegados poderão se apresentar como candidatos. A ASSEMBLÉIA pode eleger os delegados na proporção de um delegado para cada 5 presentes (por exemplo, uma assembléia de 50 pessoas poderia eleger até 10 delegados).

2) através de uma lista com 10 assinaturas de alunos do mesmo curso do delegado, o aluno que pretende ser delegado mas que por um motivo qualquer não pode se eleger em assembléia poderá também participar do CONGRESSO. Basta que ele pegue na Secretaria do DCE, no seu C.A. ou aqui no blog a Ata Padrão (em breve).

Observações importantes :


- Os alunos só poderão participar de UM processo eleitoral, ou seja, é invalidada a assinatura dos estudantes que participarem de mais de um processo eleitoral ou que assinem duas vezes o mesmo processo eleitoral.


- Um aluno apenas se elegerá delegado com as assinaturas de alunos de seu próprio curso.


-Somente os alunos que forem delegados terão direito a voto na Plenária Final

A programação do VI CONGRESSO DE ESTUDANTES DA UEPG é composta por mesa de abertura, grupos de discussão, grupos de trabalho e plenária final.



VAMOS LÁ ACADÊMICOS DO CURSO DE HISTÓRIA DA UEPG

NÃO PODEMOS DEIXAR COMO INTELECTUAIS DA SOCIEDADE QUE ESTE ESPAÇO DE DISCUSSÕES DA UNIVERSIDADE E DA SOCIEDADE PASSAR DESAPERCEBIDOS POR NOSSOS OLHAS

Coleção digitalizada "O Malho" na íntegra

Desculpem se já tomaram ciência desta notícia, ainda não li os posts> do grupo para me certificar, mas caso não saibam a Fundação Casa de> Rui Barbosa digitalizou o acervo de "O Malho", da Coleção Plínio> Doyle, e disponibilizou-o, na íntegra, no site:> http://www.casaruibarbosa.gov.br/omalho/index.asp?lk=4


Saudações!

FORUM DE DEBATES SOBRE HISTÓRIA

Achei este forum enquanto estava pesquisando na net.
ele é muito bom tem várias discussões sobre historiografia e temas em geral que trabalhamos hoje em dia. O link é este ae:

http://cafehistoria.ning.com/

eu tbm coloquei um link direto para este forum no painel do blog so dem uma olhada lá galera

Semana de História

To colocando a programação da semana de história que vai acontece nos dias 24, 25 e 26 desse mês

Programação

Quarta feira – Dia 24 de setembro

TARDE – 13:30h as 18:00h

Comunicações

NOITE – 19:00h as 22:00h

Conferência de abertura -

Professor Dr. Rafael de Bivar Marquese (USP)

“ ESPAÇO E PODER NA CAFEICULTURA ESCRAVISTA DAS AMÉRICAS: O Vale do Paraíba em perspectiva comparada, 1760 - 1860 ”

Quinta feira – Dia 25 de setembro

Mesas Redondas – A partir do tema central – “ História e Regiões Diversos olhares, diferentes temáticas” foram organizadas Mesas Redondas compostas por docentes (UEPG/UNICENTRO) que possuem uma afinidade de interesse em campos específicos de pesquisa histórica

TARDE – 13:45h as 15:45h

Mesa Redonda 01 – “Regiões e Identidades migrantes”- 02h

Local: Pequeno Auditório – Bloco A

Participantes:

Dr. Edson Armando Silva (UEPG / Dehis / Mestrado Ciências Sociais Aplicadas)

Ms. Joab Monteiro de Sousa (UNICENTRO – Irati / Dehis)

Dr. Ancelmo Schörner (UNICENTRO – Irati/ Dehis)

Mesa Redonda 02 – “História Saúde e práticas sociais”- 02h

Local: Sala 217 Bloco A

Participantes:

Dr. José Augusto Leandro (UEPG / Dehis / Mestrado Ciências Sociais Aplicadas)

Dr a Beatriz Olinto (UNICENTRO – Guarapuava / Dehis)

Dr. Marco Antonio Stancik (IAPAR)

Mesa Redonda 03 – “O Paraná e os Campos Gerais – fontes e memória ”- 02h

Local: Sala 108 - Bloco B

Participantes:

Ms. Cirlei Francisca Gomes Carneiro (UEPG / Dehis)

Ms. Zilma Haich Dalla Vecchia (UNICENTRO – Guarapuava / Dehis)

Ms. Walderez Pohl - (UNICENTRO - Guarapuava)

Ms. Célia Regina Souza e Silva (UEPG / Dehis)

TARDE – 16:00h as 18:00h

Mesa Redonda 04 – “História e Problemas Étnicos-Raciais” - 02h

Local: Pequeno Auditório – Bloco A

Participantes:

Ms. José Roberto Galdino (UEPG / Dehis)

Dr. Oseias de Oliveira (UNICENTRO – Irati / Dehis)

Dra. Fabiana Schleumer (UNICENTRO – Irat / Dehis i)

Mesa Redonda 05 – “História religiosidade e instituições” - 02h

Local: Sala 217 Bloco A

Participantes:

Ms. Rosângela Zulian (UEPG / Dehis)

Dr. Flamarion Laba (UNICENTRO – Guarapuava / Dehis)

Ms. Ezequiel Westphal (UEPG)

Mesa Redonda 06 – “A cidade e seus territórios” - 02h

Local: Sala 108 - Bloco B

Participantes:

Dr.Valter Martins (UNICENTRO – Irati / Dehis)

Dr. Liliane Freitag (UNICENTRO – Guarapuava / Dehis)

Dr. Alexandro Dantas Trindade (UFPR) -

Ms. Niltonci Batista Chaves (UEPG / Dehis) – Mediador

NOITE – 19:00h as 22:00h

Mesa Redonda 07– “Cursos de licenciatura em História na UEPG e Unicentro ” - 03h

Local: Grande Auditório - Bloco A

Participantes

Dr. Luiz Fernando Cerri (UEPG / Dehis / Mestrado em Educação)

Ms. Marion Stremel (UNICENTRO- Guarapuava / Dehis)-

Mesa Redonda 08 – “Os acervos documentais e sua contribuição à pesquisa histórica” - 03h

Local: Pequeno Auditório – Bloco A

Participantes

Ms. Tatiana Dantas Marchette (DEAP – Arquivo Público Pr)

Dr. Roberto Edgar Lamb (UEPG / Dehis)

Dra.Nádia Gaiofatto Gonçalves (UFPR)

Esp. Myriam Sacchelli (UEPG)

Ms. Elizabeth Johansem (UEPG / Dehis) - Mediadora

Sexta feira – Dia 26 de setembro

TARDE – 13:45h as 15:45h

Mesa Redonda 09 – “Trabalhadores livres e escravos” - 02h

Local: Pequeno Auditório – Bloco A

Participantes

Ms. Claudia Monteiro (UNICENTRO – Irati / Dehis)

Dr. Edgar Gandra (UNICENTRO – Guarapuava / Dehis) -

Dr. Fernando Franco (UNICENTRO – Guarapuava / Dehis)

Ms.Rosângela Petuba (UEPG / Dehis) – Mediadora

Mesa Redonda 10 – “História, literatura, leitura” - 02h

Local: Sala 217 Bloco A

Participantes

Dra. Christiane Szesz (UEPG / Dehis / Dehis)

Dr. Helio Sochodolak (UNICENTRO – Irati / Dehis

Dr. José Adilçom Campigoto (UNICENTRO – Irati / Dehis) - j a.cam.pi@hotmail.com

Dr. Cláudio DeNipoti (UEPG / Dehis) – Mediador

TARDE – 16:00h as 18:00h

Mesa Redonda 11 – “História e infância”- 02h

Local: Pequeno Auditório – Bloco A

Participantes

Ms. Ângela Ferreira (UEPG / Dehis)

Dr.Helvio Mariano (UNICENTRO – Guarapuava)

Dr.Lucia Cortes (UEPG / Deservi / Mestrado em Ciências Sócias Aplicadas)

Mesa Redonda 12– “História, gênero e representações”- 02h

Local: Sala 217 Bloco A

Participantes

Ms. Rosemeri Moreira (UNICENTRO – Irati / Dehis)

Ms. Beatriz Polidori Zechlinski, (UEPG / Dehis)

Ms. Karina Janz Woitowicz (UEPG / Dehis)

Ms. Andrea Schactae (UEPG / Dehis) – Mediadora


NOITE – 19:00h as 22:00h

Apresentação de Trabalhos

NOVO LOGO DO CAHIS

to colocando o novo logo do centro acadêmico ai, feito pelo favor cobrado a minha irmã :), vo continua a muda algumas coisas no blog como o imagem da clio e a citação do marx, aliás se alguém tive alguma idéia escreve um comentário ae

AE GALERA

Bem finalmente voltando as atividades do blog do centro acadêmico (dificuldade com o segundo semestre etc..).
Venho aqui trazer a vocês a situação passada pelos cobradores daVCG onde graças a uma lei aprovada em abril na surdina! 300 pessoas irão perder o emprego. os estudantes são afetados graças a dificuldade do motorista de dirigir o onibus e ter ainda que fazer todas as obrigações do cobrador que envolvem desde a cobrança das passagens até o auxilio a idosos e portadores de deficiência fisíca. Pois bem imaginem que o desempregado de hoje pode ser o cara que está apontando um 38 para a sua cara, pois o desemprego gera desespero.
Sendo assim é nosso dever não deixar esse abuso do nosso direito de ir e vir com segurança pela cidade de Ponta Grossa.
O DCE está organizando uma manifestação de apoio aos cobradores da VCG, onde eles irão reallizar uma reunião sábado as 14:00 no sede do DCE.

IV SEMANA DE HISTÓRIA – UNICENTRO/IRATI - “Cultura e história dos povos tradicionais”

IV SEMANA DE HISTÓRIA – UNICENTRO/IRATI

Apresentação

Cultura e história dos povos tradicionais”

Por “povos tradicionais” compreende-se a diversidade de grupos e tipos de povoamento existentes em determinado território ou país. O descaso em relação a estes sujeitos ou mesmo o tratamento tangente que, muitas vezes, se lhes aplica pode-se dever ao emprego de esquemas teóricos gerais e globalizantes. Diagramas genéricos e totalizantes que implicam a negligência e até mesmo o menosprezo a respeito das peculiaridades, das características e das singularidades que nos permitem identificá-los como objetos de estudo, isto é, como fenômenos isoláveis em escala micro histórica. Nesta perspectiva, vários agrupamentos culturais adquirem visibilidade sob a categoria povos tradicionais.

No caso do Brasil, tal recorte metodológico abrange, por exemplo, os indígenas, os remanescentes de quilombos, os caiçaras, os açorianos, os babaçueiros, os caboclos, os caipiras, os sertanejos, as quebradeiras de coco, os pantaneiros, os jangadeiros, os pescadores artesanais, os seringueiros, os vargeiros, os faxinalenses e muitos outros. Por força de sua organização ou por modificação nas leis do país, estes grupos, atualmente, são postos em destaque evidenciando suas especificidades tais como: a forma própria de uso e posse da terra, o aproveitamento ecológico dos recursos naturais, o cultivo da vida comunitária e a preservação de memória comum.

A IV Semana de História da UNICENTRO - Campus de Irati vem contemporizar este debate.


DATAS LIMITE PARA INSCRIÇÕES:

a) Ouvinte: de 15 de junho a 03 de novembro;

b) Apresentador: de 15 de junho a 15 de setembro;

c) Inscrições em Mini-cursos: de 15 de setembro a 03 de novembro;

OBS: Serão ofertados 07 (sete) Mini-cursos durante o Evento. A inscrição para a participação nos mesmos deverá ser encaminhada, via email, para unicentro.semanahistoria@gmail.com. O número de vagas será limitado em 35 participantes por mini-curso.

d) Propostas de Mini-cursos (referentes à temática do Evento): de 15 de junho a 30 de agosto (enviar email com proposta para jair1903@gmail.com).


VALOR DA INSCRIÇÃO: R$ 20,00 (Ouvintes e ou Apresentadores).

Observações importantes:

As comunicações serão agrupadas em Simpósios Temáticos, de forma a estimular o debate e troca de experiências sobre um tema específico, possibilitando que os comunicadores e demais participantes possam freqüentar ativamente os dois dias de Comunicações.

As inscrições para apresentação de trabalhos estarão abertas do dia 15 de junho até o dia 15 de setembro de 2008.

As inscrições para ouvintes estarão abertas à data do início do Evento.

Site do Evento: http://web01.unicentro.br/semanahis2008/index.php

Apresentação ENEH 2008 (site da UFSJ)

Apresentação--ENEH 2008

A 28ª edição do Encontro Nacional de Estudantes de História – ENEH 2008 – será realizada na histórica cidade de São João del-Rei, típica cidade mineira de interior que não medirá esforços para que seja assegurado o sucesso do evento. A cidade conta com uma Universidade Federal (UFSJ), que com seus 20 anos de existência se desponta entre as mais respeitadas Universidades do país. A cidade conta ainda com o tradicional Inverno Cultural da UFSJ, que em julho de 2008 estará em sua 21ª edição esbanjando cultura e diversão para todos, tendo como temática a cantora brasileira Clara Nunes. Não pretendemos, ao escolher o mês de julho para realizar o ENEH, privilegiar as atividades do Inverno Cultural em detrimento das atividades específicas do ENEH. Optamos por realizar o evento no mês de julho de 2008, proposta exposta no dia 08 de setembro de 2007, durante a Plenária Final do ENEH, com o objetivo de ampliar a possibilidade de participação dos estudantes, já que neste período, a grande maioria das Universidades está em período de férias. Isto facilitaria a participação dos estudantes e também a disponibilidade de espaço físico na UFSJ. A sugestão de que o evento ocorresse simultaneamente ao Inverno Cultural da Universidade foi feita pelo reitor da UFSJ, professor Helvécio Luiz Reis, com o fim de expandir as alternativas de eventos aos participantes do Encontro. Vale destacar também que entre os dias 20 e 26 de julho ocorrerá na Universidade Federal de Minas Gerais – UFMG, em Belo Horizonte, o XVI Encontro Regional de História da Seção de Minas Gerais da Associação Nacional de História – ANPUH – MG. A proximidade temporal de realização do ENEH com o Encontro Regional de História, pode possibilitar a participação de interessados nos dois eventos.
Esta edição do evento chama a atenção para a necessidade de expandir, para além dos debates e das teorias, os processos de formação do cidadão crítico e participativo nos processos sociais, políticos e culturais.
O tema do evento “Movimentos em movimento?” questiona até que ponto os movimentos sociais, em seus mais variados contextos, realmente têm saído do campo dos debates e partido para a ação prática. Chama a atenção do estudante de História que, por vezes, confinado dentro das quatro paredes de uma sala de aula, tende a criar a falsa idéia de que o mundo se restringe aquele espaço. Entretanto, ao concluir o curso, este estudante depara com o mundo real que o aguarda, por vezes distante da estabilidade proporcionada pela Universidade. O mundo da licenciatura, que era debatido nas disciplinas de caráter pedagógico da Universidade, mas que muito pouco era vivenciado pelos graduandos. O mundo dos futuros historiadores, que muito descobrem nas pesquisas acadêmicas fomentadas com dinheiro público, mas pouco é retornado à grande parte da sociedade.
O tema é composto pelos seguintes eixos temáticos:
1- Movimento estudantil como movimento social: este primeiro tópico está inserido na discussão acerca da participação ativa do ME nos espaços não acadêmicos. Deste modo, as discussões correlatas a este assunto têm como foco contemplar as diferentes maneiras de atuação do ME na comunidade, suas ações, limites e possibilidades de articulação com os demais movimentos sociais.
2- A crise dos movimentos sociais: a pauta que engloba o tema n° 2 emerge diante do contexto de criminalização que os movimentos sociais sofrem, bem como o desinteresse por suas bandeiras de luta, o uso indevido dos aparatos disponibilizados por esses movimentos e todos os obstáculos que impedem sua atuação efetiva.

Fonte: Portal da UFST (http://www.ufsj.edu.br/eneh/apresentacao.php)

Deliberações da Plenária Final do XXVII ENEH (Encontro Nacional de Estudantes de História)


Cuiabá, 08 de Setembro de 2007.

Conjuntura
1. A FEMEH é contra a invasão imperialista do Iraque pelos EUA.
2. A FEMEH defende a retirada das tropas brasileiras do Haiti, que demonstram a adesão do governo brasileiro às políticas imperialistas.
3. a FEMEH é contra os grandes monopólios de comunicação e fomentará o debate sobre a construção de meios de comunicação (rádios livres, jornais independentes e TV’s comunitárias).
4. Defesa da resistência dos trabalhadores da cidade e do campo no Brasil e na América Latina.
5. A FEMEH apóia os processos revolucionários que estão acontecendo na Bolívia, Venezuela, Equador, Oaxaca (México) e os 48 anos da revolução cubana, bem como todas as lutas dos povos explorados e oprimidos em todo o mundo.
6. A FEMEH é contra os governos neoliberais e imperialistas latino americanos.
7. A FEMEH defende a reestatização da Vale do Rio Doce e de todos os recursos naturais privatizados na América Latina, pois estes devem servir ao povo.
8. ampla unidade entre os movimentos sociais e a juventude do Brasil e da América Latina, com o objetivo de construir ações de massa e de rua.
9. Pelo não pagamento da dívida interna e externa do Brasil e da América Latina.
10. A FEMEH é contra as reformas neoliberais do governo Lula: as reformas trabalhista, sindical, da previdência e universitária.
11. Unificação de todos (as) lutadores (as) contra as reformas neoliberais do governo Lula/FMI. Fortalecer o Fórum Nacional de Luta Contra as Reformas Neoliberais.
12. Por uma reforma agrária sem indenização e sob controle dos Trabalhadores Sem Terra.
13. A FEMEH é contra o PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), por este arrochar os salários dos funcionários públicos, confiscar o FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço) e priorizar as Parcerias Público – Privadas.
14. Apoio à construção de um novo organismo dos trabalhadores e organizações populares no Brasil.
15. Fortalecer a unidade das diversas lutas em defesa de um projeto popular e radicalmente democrático para o Brasil.
16. Contra a criminalização dos movimentos sociais e da pobreza.
17. Que a FEMEH construa, junto aos movimentos sociais, lutas e jornadas pela educação pública, gratuita, de qualidade e socialmente referenciada.
18. Que a FEMEH atue junto dos movimentos sociais em defesa dos grupos étnicos minoritários frente às ações neoliberais das empresas transnacionais.
19. Contra a redução da maioridade penal.
20. Combate ao capitalismo, ao neoliberalismo e à guerra. Por um mundo de respeito e igualdade.
21. Pela democratização dos meios de comunicação. Fora Hélio Costa e os tubarões das telecomunicações!
22. Fortalecer a CMS e garantir a presença da FEMEH na sua articulação nacional e nos estados. 23. Revisão das concessões de TV e rádio.
24. Combate a qualquer tipo de opressão.
25. Criação de debates, materiais, etc, sobre imperialismo e reformas neoliberais.

FEMEH
1. A FEMEH luta contra a reforma universitária e a luta pela abertura dos arquivos da ditadura militar.
2. A FEMEH deve continuar construindo a Frente de Luta Contra a Reforma Universitária, por mais verbas para a construção de universidades públicas e/ou ampliação de vagas nas já existentes.
3. A FEMEH deve se organizar financeiramente e ser mais ofensiva na política de comunicação (jornais nacional e regional, site).
4. Para fortalecer a FEMEH, é preciso avançar no mapeamento dos cursos (articulando as regionais com a nacional) e no enraizamento das bandeiras.
5. Que a FEMEH acumule um debate de universidades privadas.
6. Que a FEMEH amplie o debate sobre movimento estudantil nas universidades particulares, para que tenhamos mais força na luta contra a reforma universitária e em defesa da abertura dos arquivos da ditadura militar.
7. Encampar a luta contra a repressão ao movimento estudantil nas universidades privadas.
8. Que a FEMEH encampe a luta contra a dicotomia: bacharelado x licenciatura.
9. Que a FEMEH coloque em debate a questão do professor de História, já que lutamos também por uma educação básica de qualidade.
10. Que a FEMEH encampe a construção de CA’s pelo país.
11. Que o próximo ENEH seja voltado para a discussão do estatuto e que a FEMEH organize um GT estatuinte para acúmulo ao longo do ano.
12. Apoiar e incentivar a criação de núcleos estaduais da FEMEH onde estes se mostrarem necessários, com o objetivo de dinamizar as atividades da federação a partir de encontros estaduais impulsionados pela FEMEH nacional.
13. Pelo aumento do número de reuniões virtuais.
14. Boletim periódico da FEMEH para ser reproduzido pelas entidades de base.
15. Construção de um jornal nacional e regional contendo informes e atividades da FEMEH.
16. Fortalecimento dos COREHI’s.
17. Por uma política de divulgação da FEMEH para os alunos de história.
18. Por um trabalho político nos grêmios das escolas, pela conscientização dos secundaristas com relação às práticas neoliberais.
19. Migração da lista da FEMEH para uma nova lista que aceite textos em anexo.
20. Que a FEMEH levante a bandeira de luta ao socialismo como norte de seus debates.

Opressões
1. Que nos próximos encontros, os GD’s de combate às opressões, a saber, racismo, machismo e homofobia, aconteçam em horários diferentes e não paralelos a outras atividades e que no próximo ENEH seja garantido espaços de discussão, como por exemplo, mesas, palestras e simpósios temáticos.
2. Que a FEMEH encampe a luta contra as opressões como uma das bandeiras prioritárias da entidade.
3. Apoio às cotas e ações afirmativas sociais e raciais nas universidades públicas como política emergencial para amenizar a exclusão de setores pobres e negros nas universidades, além de garantir a permanência por meio de políticas de assistência estudantil. Incentivar a ampliação do debate sobre cotas entre os estudantes e a população.
4. Que a FEMEH participe e incentive a participação dos estudantes em espaços de discussão e organização LGBTTT, como por exemplo, o ENUDS (Encontro Nacional Universitário pela Diversidade Sexual).
5. Criação de uma biblioteca virtual hospedada no site da FEMEH, relativa à discussão dos três segmentos abordados: raça e etnias, gênero e sexualidade.

Universidade
1. Contra a reforma universitária do governo Lula/FMI. Por uma universidade pública, gratuita e de qualidade, voltada para as classes trabalhadoras.
2. Contra o caráter privatista do PROUNI, e pela incorporação dos estudantes contemplados por bolsas do PROUNI e FIES nas universidades públicas.
3. Contra todos os projetos aliados do governo Lula/PT, que privatizam e sucateam a universidade pública.
4. Pela estatização das universidades privadas.
5. Contra o REUNI e a Universidade Nova.
6. Construção e participação na marcha para Brasília contra as reformas neoliberais do governo, em outubro/2007.
7. Rubrica específica para assistência estudantil.
8. Defendemos as formas de ação afirmativas como cotas sociais, raciais e para trabalhadores do campo, como garantia de políticas de permanência, para amenizar o processo histórico de exclusão dos mais pobres na universidade.
9. Boicotar o ENADE! Elaborar uma cartilha sobre o ENADE e o SINAES junto com a FENEX (Fórum de Executivas e Federações de Curso) para a campanha.
10. Contra as fundações privadas e as fundações estatais de direito privado nas universidades públicas e hospitais.
11. Contra qualquer forma de mercantilização do conhecimento.
12. 10% do PIB para a educação pública.
13. Que a FEMEH e o MEH atuem no sentido de uma aliança organizada com os movimentos sociais da cidade e do campo e com a classe trabalhadora, procurando aprofundar a relação destes com a universidade.
14. Em defesa da moradia e da assistência estudantil.
15. Contra a modalidade de Ensino a Distância, que corresponde a uma modalidade de política de sucateamento da universidade e precarização do ensino.

Abertura dos Arquivos da Ditadura Militar
1. Pela abertura imediata, ampla e irrestrita dos arquivos da ditadura civil militar.
2. Que a FEMEH articule um Dia Nacional pela Abertura dos Arquivos da Ditadura Militar (proposto para o dia 01 de abril, seguido por uma semana de mobilizações em cada escola). Esse dia seria articulado com grupos como “Tortura, Nunca Mais!”, Movimento Desarquivando o Brasil, Fórum de ex-presos e torturados políticos, Fórum de Executivas e entidades estudantis de base.
3. Não poupar nomes de torturados com a abertura dos arquivos.
4. Organização de escrachos, atos de denúncia nas casas de ex-torturadores, explicando quem mora ali.
5. Construir uma campanha contra a lei 11.111/2005 do governo Lula, que além de determinar o sigilo eterno a alguns arquivos da ditadura, estabelece uma comissão de classificação de sigilo de documentos dos arquivos da ditadura composta exclusivamente por membros do governo.
6. Por uma comissão de classificação dos documentos dos arquivos da ditadura composta por movimentos sociais, historiadores, estudantes e poderes públicos.
7. Construção de um veículo de comunicação nacional que tenha um espaço exclusivo para atualizações e publicações sobre os arquivos da ditadura.
8. Realização de um seminário nacional articulado com entidades e movimentos sociais sobre a importância da abertura dos arquivos da ditadura durante o ENEH 2008.
9. Que a FEMEH comece a fazer um diálogo sobre a importância da abertura de qualquer tipo de arquivos.

Movimento Estudantil
1. Que a FEMEH construa comitês locais da Frente de Luta Contra a Reforma Universitária.
2. A FEMEH E O MEH se afirmam independentes e autônomos em relação a UNE e a CONLUTE.
3. A FEMEH deve atuar por dentro e por fora da UNE.
4. Que a FEMEH participe como observadora dos fóruns da CONLUTE.
5. Que a FEMEH impulsione a construção de um fórum amplo onde o movimento de juventude possa acumular coletivamente a necessidade da construção de uma nova ferramenta de luta que sirva, não só para o movimento estudantil, mas também para a juventude trabalhadora do campo e da cidade e para os diversos movimentos de cultura, a partir de uma concepção classista para a juventude.
6. O MEH deve ser muito mais amplo do que o movimento de públicas e priorize a organização dos estudantes de história das universidades pagas.
7. Que a FEMEH e suas representações nas escolas participem da Construção de estágios Interdisciplinares de Vivência (EIV’s) e outras atividades que estabeleçam a relação entre ME e outros movimentos sociais.
8. Pelo passe livre para estudantes e desempregados e pela estatização do transporte coletivo.
9. Que a FEMEH amplie sua concepção de ME, de modo que o GD deixe de ser um espaço de disputa entre UNE e CONLUTE, buscando a centralidade de sua luta em favor da classe trabalhadora.
10. Fortalecer e construir o Fórum Nacional de Executivas e Federações de Curso (FENEX).

Coordenações Regionais
Sul: FAPA
Nordeste: sem coordenação. Tirar no COREHI
Centro-Oeste: sem coordenação. Tirar no EREH
Norte 1 e 2: próximo COREHI
Sudeste 1: UFRRJ
Sudeste 2: USP

Coordenação Nacional
UFMT, UFES e UCSAL